Educação
de Jovens e Adultos:
- a questão
da formação de Professores
Cosme Castor de
Cerqueira
INTRODUÇÃO
A educação tem sido alvo de
estudos desde o início das civilizações. No entanto, um dos maiores problemas
apontados tem sido encontrar professores qualificados, em quantidade suficiente
para, através da escola, fazer chegar a educação a todos os lugares e a todas
as pessoas, no mundo. Esse é um problema muito sério e ainda há carência de
professores para preencher os quadros de profissionais docentes qualificados em
grande parte das escolas, em funcionamento, no Brasil.
Quando se aborda a questão
da Educação de Jovens e Adultos, a situação se torna mais crítica. Não há uma
preocupação em formar profissionais para trabalhar especificamente nessa área.
E, nos meios educacionais, ainda não se acredita na necessidade da existência
dessa área. Somado a essas questões, há relativamente poucas pesquisas que
forneçam informações que contribuam para a realização de estudos para a
formação do professor e demais profissionais que atuam na EJA.
No que se refere ao jovem e
ao adulto que integram esse mundo da EJA, em geral, trata-se de trabalhadores e
nos dias atuais, a demanda por mão-de-obra qualificada é urgência, por todo o
mundo. Apesar de reconhecer essa situação, a maioria dos países não dá a devida
atenção ao processo de formação da pessoa e desenvolvem os seus sistemas
educacionais de uma forma seletiva e excludente, visando apenas ao
desenvolvimento econômico.
Como consequência, o
educando da EJA é excluído do processo educacional e, também, do produtivo.
Isso acontece por ele não possuir a qualificação exigida pelas inovações e pelo
avanço tecnológico do mundo do trabalho e da sociedade, onde esse educando está
inserido. Assim, confirmando essa situação, registram-se altos índices de
indivíduos excluídos do processo educacional ou que nem tiveram acesso a ele.
Diante
dessa situação, buscamos aprofundar os conhecimentos sobre a EJA e escolhemos a
questão da formação de Professores que atuam nessa área, tomando como base
Escolas do Município de Feira de Santana – Bahia/Brasil, para elaboração de
Tese, na realização do Mestrado em Educação, cursado na Faculdade de Ciências
da Educação e Comunicação Social, da Universidad del Salvador, na cidade de
Buenos Aires – Argentina, concluído em Dezembro de 2016.
A formação pedagógica do Professor da EJA
A
Educação de Jovens e Adultos - EJA deixou de ser prioridade para o País, desde
quando o governo federal passou para os estados e municípios a responsabilidade
de oferecer a EJA para todos aqueles que, um dia, foram excluídos ou impedidos
de continuar frequentando a escola, dentro do sistema regular do ensino. Essa
população de marginalizados tem crescido muito.
Apresenta-se
então um problema: os estados e, principalmente, os municípios querem assumir
esse compromisso? Eles estão preparados para assumir as responsabilidades da
manutenção da EJA? Será dado à EJA o tratamento necessário para que funcione
satisfatoriamente e alcance os objetivos traçados nos projetos? Quem será o
professor e quem serão os demais membros da equipe que irá trabalhar com a EJA?
Os alunos da EJA receberão o mesmo tratamento que o aluno do ensino fundamental
nas escolas que os acolherem?
Nessa
questão vale ressaltar que a formação do professor para atuar nessa área ainda
é muito precária e necessitada de estudos e pesquisas. Segundo Arroyo, (2006,
p.18) “o perfil do educador de EJA e sua formação encontram-se ainda em
construção”. Por isso, Machado, apud Soares (2006, p.132) afirma que “há um
desafio crescente para as universidades no sentido de garantir/ampliar os
espaços para discussão da EJA, seja nos cursos de graduação, pós-graduação e
extensão, sendo fundamental para isto considerar a produção já existente em
Educação de Jovens e Adultos”.
Algumas
universidades têm aceitado o desafio e realizado estudos e pesquisas, bem como,
cursos de graduação e mestrados, a exemplo do Mestrado Profissional em EJA, em
funcionamento no Campus I, da Universidade Estadual da Bahia – UNEB.
Atualmente,
a maioria dos professores que atua na área da EJA se utiliza dos conhecimentos
adquiridos na própria formação para desenvolver suas atividades. Por isso,
quase todos atuam na EJA da mesma forma como costumam fazer no ensino regular: mesmo
tratamento, mesmo conteúdo e mesmos direcionamentos. Este comportamento se
constitui num reflexo da carência de uma formação específica para esse
profissional.
Um
problema, no mínimo, interessante, é que não existe ainda, nos quadros de
profissionais trabalhadores das prefeituras municipais, bem como, nos quadros
de pessoal das Secretarias de Educação dos Estados, os cargos de Professor da
EJA, nem de outros profissionais da área. Trata-se de mais uma prova de que a
EJA ainda não é prioridade para os programas de governo em qualquer das
esferas, seja a federal, a estadual ou a municipal. Tudo isso causa insegurança
ao professor que hesita em dirigir a sua formação para a graduação ou pós-graduação
em EJA.
Essa situação também gera questionamentos feitos por
alguns autores, como os de Soares (2006):
Como se dá, então, na realidade, a inserção desses
profissionais no mercado de trabalho? Até que ponto a conclusão do curso de
Pedagogia, com habilitação em EJA, contribui para uma inserção profissional no
campo da educação? Os egressos do curso de pedagogia com essa habilitação
tiveram sua inserção profissional em redes públicas e foram locados,
posteriormente, para trabalhar na modalidade em que se formaram?”
E mais:
“Ou, por outro lado, tiveram dificuldades de inserção
profissional em redes públicas exatamente por terem somente essa habilitação?
Haveria, ainda, o caso de formandos da habilitação que desistiram de atuar no
campo da educação por não serem valorizados e reconhecidos como profissionais
formados especificamente para atuar com jovens e adultos?”
Esses
questionamentos são pertinentes e ajudam a refletir sobre as questões inerentes
à formação do professor da EJA, sua atuação e suas possibilidades de
engajamento profissional na área. Ajuda também a refletir sobre a inserção do
profissional vindo do curso de Pedagogia, com a habilitação em EJA, nas redes
públicas, especialmente, na área de sua qualificação. Enfim, facilita um
repensar sobre a formação do professor da EJA, em todas as perspectivas
possíveis.
Quando
Paulo Freire exercia o cargo de Secretário de Educação do Município de São
Paulo, criou o MOVA - Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos, uma
experiência que surgiu da inspiração do próprio Paulo Freire e do também educador,
Pedro Pontual, no ano de 1989. Esse Movimento contava com a participação de
Instituições da sociedade civil, que desenvolviam “trabalhos de alfabetização e
pós-alfabetização com grupos populares, sem fins lucrativos” (Gadotti, 2011) e
trouxe uma excelente contribuição para a formação do professor que atuavam na
EJA.
Num
trabalho do MEC (2005, p. 202), sobre as contribuições do MOVA para a Educação
de Jovens e Adultos, foi dito:
“As
ações de formação continuada de educadores procuram cingir-se à específica da
EJA, como modalidade educativa, e às necessidades de aprendizagem do público
jovem e do adulto que a demanda. Além do tratamento da EJA como uma modalidade
educativa com características próprias, sempre se tem em mente o pressuposto de
que o educador deve constituir-se num profissional capaz de produzir
conhecimentos por meio da reflexão sobre seu fazer docente, de transformar sua
prática e de gerir seu próprio processo de desenvolvimento e aprendizagem”.
No
MOVA, não era exigido do professor que tivesse uma formação específica sobre a
EJA. No entanto, era necessário que o candidato participasse de treinamentos
por ele oferecidos. Nesses treinamentos, além da formação específica,
buscava-se despertar no professor a iniciativa de utilizar da sua criatividade
e de suas habilidades para alcançar um melhor desempenho.
No
mesmo documento do MEC (2005), foi registrado que, com a realização dos
treinamentos pela equipe do MOVA, “logo se percebeu um descompasso entre as
intenções das formadoras, as atividades desenvolvidas no projeto e os desejos
das educadoras e coordenadoras. As formadoras consideravam fundamental o
domínio sobre os conteúdos e conhecimentos que deveriam ser abarcados no
programa. As educadoras e coordenadoras esperavam modelos de atividades,
instrumentos que lhes oferecessem pistas de como fazer em sala de aula”.
Vale
salientar que os anseios de ambos os grupos se complementam e merece destaque a
expectativa no que se refere ao cuidado que o professor deve ter para com a
própria formação. Ele deve procurar enriquecer seu cabedal de conhecimentos de
forma que possa transformar continuadamente a sua prática educativa, ampliando
os seus recursos e realizando aprendizagens.
Geralmente,
na prática, no Estado e nas Prefeituras Municipais, ao professor da EJA não é
exigida qualquer formação específica. As coordenações em cada unidade que
oferece a EJA devem se preocupar em provocar mudanças. Devem oferecer cursos de
formação continuada para os professores, buscando, de alguma forma, dar
condição ao professor para realizar melhor o seu trabalho.
Ainda
sobre o acontecer da educação continuada, Soares (2006, p.11) diz que “a
educação continuada não pode ser esporádica ou descontínua, precisa ser
permanente e sistemática, pois requer tempo de amadurecimento e de sedimentação
para que venha a incidir não apenas sobre os conhecimentos e competências, mas
também sobre os valores e as atitudes do educador”.
Na
verdade, a formação continuada precisa existir a partir da formação inicial. Logo
após a primeira formação e a partir do momento em que o professor ingressa na
EJA. Ela deve acontecer com uma frequência que permita ao professor assimilar
de tal forma que associe essa ação à prática do dia a dia.
No
entanto, essa formação deve aproximar o professor o mais possível da realidade
do aluno, como bem observa Machado (2009, p.30): “A
maioria dos cursos de formação de professores nos prepara para atuar com o
aluno ideal e - porque não dizer? – irreal”. Esse professor saído da
universidade não conhece o educando, suas dificuldades para acompanhar as aulas
e assimilar o que lhe é cobrado. Não conhece os interesses dos alunos mais
novos e dos que têm mais idade, ambos colocados na mesma turma e nas mesmas condições
para a aprendizagem. Enfim, desconhece a realidade do aluno que busca a EJA.
Por
tudo isso, Borges (2006, p. 21) confirma a necessidade da frequência dessa
formação, dizendo que a formação continuada “é a garantia de sistemacidade, de
permanência, de um planejamento que aponte ações a curto, a médio e a longo
prazos”.
Portanto,
se a formação continuada acompanha a prática, quer dizer que ela tem a
capacidade de fazer mudanças nessa prática? É uma questão cheia de
possibilidades de ter uma resposta positiva, uma vez que a formação continuada
leva o profissional da educação a um crescimento e a uma especialização na área
em que ela é desenvolvida.
Assim,
o desenvolvimento do processo da formação continuada é uma oportunidade que tem
o professor para refletir sob uma visão do todo, incluindo os saberes
específicos, a aprendizagem escolar, a história e o contexto social em que se
está inserido. Essa visão do todo deve ser levada ao professor que vai
trabalhar com a EJA, para que ele possa enxergar além da obrigação de apenas
cumprir um plano de aula, se utilizando de métodos e técnicas ali previstos.
O
professor da EJA precisa atuar com uma visão de sala da aula, de escola
instituição, de relação professor-aluno-escola, enfim, de uma interação
contínua do professor com todos os demais elementos que compõem o contexto
social do ambiente onde estão inseridos.
Sobre
essa situação, Barreto, J. C. e Barreto, V. (2011, p. 94) afirmam: “Quando a
qualidade da intervenção do educador não se altera, o esforço de formação foi
útil a não ser como elemento indicativo de que o processo de formação precisa
ser repensado”. O professor da EJA precisa estar convencido de que todo o
conhecimento que detém, ainda não é o suficiente para corresponder ao que dele
se espera.
Ele
precisa estar atento para as mais diferenciadas situações que encontrará na
prática, diante da realidade desse nível de experiência que esses alunos possuem.
Deverá estabelecer coerência entre o que oferece e o que exige do aluno. Deverá
conquistar a confiança do aluno, que dele espera muito mais que a transmissão
do conteúdo. Ele deverá manter a abertura para um diálogo franco e aberto,
capaz de derrubar qualquer barreira, que apareça entre ele e o aluno.
Sales
e Fischman (2011) dizem que, sobre essa situação de coerência e incoerência das
ações do professor da EJA, Freire (1997, p. 62/63) oferece três opções, dizendo
que “Na luta entre o dizer e o fazer em que nos devemos engajar para diminuir a
distância entre eles, tanto é possível refazer o dizer para adequá-la ao fazer
quanto mudar o fazer para ajustá-lo ao dizer”.
O
professor deve ser coerente nos seus atos porque o seu testemunho tem um grande
significado para o aluno. Uma ação que se constitua em um testemunho negativo
pode destruir todo um trabalho que ele tenha realizado, por mais que o valor
desse trabalho seja reconhecido pelos seus alunos.
A
formação do professor enfrenta no Brasil mais uma dificuldade que é a escassez
de trabalhos mais profundos sobre a EJA. Confirmando essa situação, Soares
(2006, p. 132) diz que “ainda são poucos os trabalhos que aprofundam o
conhecimento da realidade atual e contribuem para a elaboração de conceitos e instrumentos
teóricos”.
O
professor, então, deverá atuar como um educador e, não apenas, como um
instrutor. Ele deve estreitar o seu relacionamento com o aluno e este deverá
perceber que aquele processo que está sendo utilizado pelo professor o levará
pelos caminhos de sua emancipação. Ele deverá perceber também que algo está
mudando nele próprio e que a escola não é somente aquela que ele conhecia e que
era alheia à vida do aluno. Tudo isso leva à necessidade da formação acontecer,
de forma continuada, por toda a vida.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A EJA, geralmente, é vista como uma educação que não
aconteceu, na vida do educando, no tempo previsto na Lei que rege o Sistema de
Ensino, no Brasil. Pela estrutura que oferece, num estilo que contempla a
exclusão, no mínimo, parece querer confirmar que, se o educando não aproveitou
aquela oportunidade, não poderá mais realizá-la.
No início dos estudos, tomamos como base a experiência do
estudioso, professor e pesquisador Paulo Freire que contestou a forma e a
direção adotadas para a educação, no Brasil, especialmente, para a educação de
jovens e adultos. Professor de língua portuguesa, teve oportunidade de
trabalhar com pessoas que tinham pouca escolaridade, como os camponeses, os
operários e os pescadores.
Ele aprendeu e passou a lição que fala ao professor da
educação de jovens e adultos sobre o que precisa passar para seus alunos,
esclarecendo que é muito mais do que conhecimentos. É preciso que o professor
se conscientize de que ele é um ser inacabado e tem de manter-se sempre ativo,
em busca de uma melhor e sempre mais atualizada formação.
Conforme Paulo Freire (1979,
p. 27): “Não haveria educação se o homem fosse um ser acabado. O homem
pergunta-se: Quem sou? De onde venho? Onde posso estar? O homem pode refletir
sobre si mesmo e colocar-se num determinado momento, numa certa realidade: é um
ser na busca constante de ser mais e, como pode fazer esta auto-reflexão, pode
descobrir-se como um ser inacabado, que está em constante busca. Eis aqui a
raiz da educação”.
Assim também julgamos o
nosso trabalho: inacabado. E nos animamos para continuar os estudos porque, segundo
um ditado popular, quando se pensa que se tem respostas para todas as
perguntas, a vida vem e muda as perguntas. Assim, o professor pode e deve
manter a prática de criar e recriar, em busca de uma constante e continuada
formação, para ser o sujeito de sua própria história.
Recorremos também ao estudioso, pesquisador e professor
Moacir Gadotti, que desenvolveu muitos projetos com Paulo Freire e, com ele,
levou a educação de jovens e adultos à prática de uma educação que liberta o
educando das intenções de submissão e da ideologia da classe dominante. Esta se
utiliza do sistema de educação para manter o aluno acomodado e sob rígido
controle e, apenas, a serviço do próprio sistema.
Além do primeiro objetivo, a formação do Professor da
EJA, realizamos este trabalho, também, com a intenção de contribuir para um
repensar sobre a questão da educação, como um todo. Porém, esclarecemos que
temos consciência de que é ainda muito pouco e que há muito por fazer.
Ressaltamos também que tudo isso foi voltado,
especialmente, para um estudo sobre o processo da educação de jovens e adultos,
sempre lembrando que a ação educativa acontece na vida do educando e do
educador, desde o momento do nascimento, até o dia da morte, portanto, ao longo
da vida e por toda a vida.
Em suma,
considerando os estudos realizados e a análise dos dados obtidos mediante
realização de pesquisa, podemos afirmar que os objetivos foram alcançados.
Porém, na pesquisa bibliográfica, descobrimos que há pouca produção científica
para o estudo da educação de jovens e adultos, no Brasil.
Em relação aos
alunos, na fase de observação, ficou claro o desajuste ao meio ambiente da
escola, que está preparada para o acolhimento de crianças e adolescentes. Assim
também, especialmente no 1º período, a prática pedagógica não é adequada, porque
é igual à aplicada a crianças e adolescentes.
Em relação aos
professores, concordo com as afirmações dos estudiosos sobre o assunto: - Há
necessidade de formação inicial específica e formação contínua ao longo da vida
para que possam atuar na educação de jovens e adultos. Essa situação dos
professores é a mesma para todos os profissionais que irão trabalhar com a EJA.
Enfim, a educação
oferecida aos alunos, na faixa etária considerada normal, visa à preparação dos
alunos para a vida futura. E a educação de jovens e adultos visa a preparar os
alunos para viver a vida presente. No entanto, na prática, a EJA se resume em matricular
os alunos acima de 15 anos de idade, no turno noturno.
Por tudo isso, o
professor de educação de jovens e adultos deve estar sempre disposto a aprender
e a se preparar, ao longo da vida, por toda a vida, sem jamais esquecer que:
A
vida e a educação de jovens e adultos ocorrem simultaneamente.
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